Declaração da ExpressVPN sobre a investigação de Andrey Karlov

De acordo com relatos recentes da mídia turca, investigadores na Turquia alegam que um indivíduo ainda desconhecido usou o ExpressVPN na tentativa de excluir evidências relacionadas ao assassinato do embaixador russo Andrey Karlov no ano passado. Esse indivíduo, de acordo com os relatos, fez login nas contas do Gmail e do Facebook do assassino (policial de folga Mevlüt Mert Altıntaş) e excluiu conversas que seriam relevantes para a investigação.


Como declaramos às autoridades turcas em janeiro de 2017, o ExpressVPN não possui e nunca possui nenhum registro de conexão do cliente que nos permita saber qual cliente estava usando os IPs específicos citados pelos investigadores. Além disso, não conseguimos ver quais clientes acessaram o Gmail ou o Facebook durante o período em questão, pois não mantemos registros de atividades. Acreditamos que a apreensão e inspeção dos investigadores do servidor VPN em questão confirmou esses pontos.

O ExpressVPN é baseado nas Ilhas Virgens Britânicas, uma jurisdição offshore com forte legislação de privacidade e sem requisitos de retenção de dados. No entanto, isso não significa que a ExpressVPN ou seus usuários estejam acima da lei.

O assassinato do embaixador Andrey Karlov foi um crime trágico. Não apoiamos absolutamente nenhuma tentativa de interferir na investigação do incidente. Os Termos de Serviço da ExpressVPN exigem que os clientes concordem em não usar a ExpressVPN para nada além de fins legais.

As VPNs são, em primeiro lugar, ferramentas de segurança que ajudam a proteger os usuários contra hackers, rastreados, monitorados ou comprometidos. Dessa forma, o serviço ExpressVPN é desenvolvido desde o início para fornecer a melhor proteção possível, inclusive garantindo que nossos servidores não contenham dados pessoais sobre a atividade on-line de ninguém.

Embora seja lamentável que ferramentas de segurança como VPNs possam ser abusadas para fins ilícitos, elas são críticas para nossa segurança e a preservação de nosso direito à privacidade on-line. O ExpressVPN se opõe fundamentalmente a qualquer esforço para instalar “backdoors” ou tentativas dos governos de minar essas tecnologias.

Kim Martin Administrator
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